Krzysztof Wodiczko
Arte Contemporânea na Rua para Rua
Perfil
Rio de Janeiro RJ, 1974
Vive e trabalha no Rio de Janeiro
Diariamente, somos afetados pela violência das grandes cidades. Alguns transformam essa afecção em estímulos. Guga Ferra é um deles. Sua obra não é uma crítica às metrópoles, é uma resposta ácida às situações cotidianas. O artista retém imagens que as cidades nos oferecem e as devolve sob o preceito de arte. Não há limites para os trabalhos de Guga Ferraz. São como organismos vivos, pulsantes. Rompem com o desejo do próprio artista. Elas precisam da circulação que somente os grandes centros oferecem. Dotados de uma ironia, os trabalhos não apresentam ao público a possibilidade de recuo, é situação dada. É fato real. É neste território que Guga transita. Entre função e estética, entre equipamento urbano e sarcasmo, o artista nos faz pensar. Diante de suas obras não perguntamos se o que vemos é arte. Perguntamos sobre aquilo que vemos. Assim, o artista nos proporciona uma vida mais instigante.
Fonte: arteacesso-br.com

"Rendido"
Lamb gigante colado no chão.

"Cidade Dormitório"
Beliche de oito andares para moradores de rua.
Projetando poesia



Texto e fotos retirados do blog Fotoclube f/508
Lixo eletrônico


Texto e fotos retirados do site Setor Reciclagem
Giganto



Texto e fotos retirados do Blog Fotoclube f/508
Lixo na contraluz
Propaganda
Vik Muniz



Exposição Vik Muniz
no Museu Oscar Niemeyer
até 07 de março de 2010
Parangolés






Imagens retiradas de sites diversos
(Fonte: Wikipedia)
Contribuição do ator Felipe Souza
Data: janeiro 2010
Manual para construção de um carrinho como um dispositivo para elaboração de conexões sociais
Contribuições de Ricardo Basbaum, Octávio Camargo, Ken Ehrlich, Jennifer Gabrys, Brandon LaBelle, Margit Leisner, Rubens Pileggi e Ines Schaber
Contribuição do ator Adriano Petermann
Data: dezembro 2009
Moradores de rua nos Eua

"Velho veterano, muito feio para se prostituir, não rouba, alérgico à cadeia"

"Sem sorte / Sem-teto / Duro, com fome, frio, deprimido / Qualquer coisa ajuda"

"Procurando por atos de bondade aleatórios"
Contribuição da cenógrafa Maria Baptista
Data: dezembro 2009
Poesia na rua
Vídeo: Elenize Dezgeniski - Curitiba, setembro 2006
Amoral
Trecho de Crepúsculo dos Ídolos ou como filosofar a marteladas – Nietzsche (página 53)
Andarilho, quem és tu? Vejo-te seguir o teu caminho sem escárnio, sem amor, com olhar indefinido, úmido e triste, como uma sonda que, insaciada, volta de todas as profundidades novamente à luz. O que será que ela procurava lá embaixo? Tens um peito que não suspira, lábios que escondem o seu nojo, mão que já só lentamente agarra. Quem és tu? Que fizeste? Descansa aqui. Este lugar é hospitaleiro para qualquer um. Restabelece-te! Não importa quem sejas: o que te agrada agora? O que serve para te reconfortar? Basta que o digas. Ofereço-te tudo que tiver!
“Para me reconfortar? Para me reconfortar? Ó tu, curioso, que estás a dizer! Mas dá-me, peço - - “
O quê? O quê? Di-lo!
“Mais uma máscara! Uma segunda máscara!”...
Trecho de Para além do bem e do mal – Nietzsche (página 202)
Pecados Capitais
Luxúria - Parte 1/5
Inveja - Parte 1/6
Gula - Parte 1/6
Preguiça - Parte 1/6
Avareza - Parte 1/6
Ira - Parte 1/6
Orgulho - Parte 1/5
Data: dezembro 2009
Mobilização urbana - Flashmob
Congelados em Nova York
Zumbis em Curitiba
Ninjas na Califórnia
Felizes em Jerusalém
Estamira
Direção e Fotografia: Marcos Prado
Trilha Sonora: Décio Rocha
Site: www.estamira.com.br



